Taxa de desemprego em setembro subiu para 7,5%

A taxa média de desemprego aberto subiu para 7,5% em setembro, segundo divulgou o IBGE. A taxa foi maior do que a registrada em agosto (7,3%) e em setembro do ano passado (6,2%). A taxa de setembro foi a maior para este mês desde 1998, quando ficou em 7,7%. O indicador livre de influências sazonais também registrou aumento de agosto para setembro, passando de 7,2% para 7,6%. O rendimento médio dos trabalhadores também voltou a cair em todas as comparações em agosto, com recuo de 2,6% ante agosto do ano passado e de 1,5% em relação a julho. Em agosto, o rendimento médio das pessoas ocupadas ficou em R$ 797,05. Em setembro, por setor de atividade, a construção civil liderou o desemprego com taxa de 8,7%, seguida pelo comércio (8,4%), indústria de transformação (8,2%) e serviços (5,8%). O rendimento médio real acumulado até agosto caiu 4,0% ante igual período de 2001. Os dados referentes ao rendimento são defasados em um mês em relação aos dados de emprego. Desemprego recorde em SPA região metropolitana de São Paulo registrou taxa de desemprego recorde em setembro, chegando a 9,3%, a maior da série histórica de 20 anos da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE, iniciada em 1982. A taxa é superior à registrada em agosto deste ano (8,9%) e bem mais elevada do que a de setembro do ano passado (6,6%). A taxa na capital paulista em setembro deste ano foi bem superior à registrada na média do País (7,5%). A construção civil liderou o desemprego em São Paulo, com taxa de 10,7%, seguida do comércio (10,0%), da indústria de transformação (9,7%) e dos serviços (7,3%). O índice de desemprego do IBGE afere o percentual da população que está desemprega e procurando emprego, em relação à população ativa (15 a 60 anos).

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