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Taxa de desemprego sobe para 7,7% em maio, diz IBGE

O mercado de trabalho do País continua apresentando "taxa elevada" de desemprego, queda no rendimento e aumento da informalidade acima do crescimento do número de trabalhadores com carteira assinada, segundo a responsável pela Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, Shyrlene Ramos de Souza. A taxa de maio, de 7,7% foi a sétima maior em 20 anos e também a maior de 2002. O ano vem apresentando taxas crescentes no desemprego, passando de 6,8% em janeiro para 7% em fevereiro e aumentando também em março (7,1%) e abril (7,6%). A expansão da informalidade de abril para maio foi revelada pelo aumento de 1,5% no número de empregados sem carteira assinada e estabilidade dos trabalhadores com carteira assinada (0,1%). Na comparação com maio do ano passado, houve crescimento de 4,2% no número de trabalhadores sem carteira em maio ante igual mês do ano passado e expansão menor (2,3%) do emprego formal. Shyrlene ressaltou que o mercado de trabalho não está absorvendo a demanda por emprego, o que pode ser comprovado pelo número de desocupados (procurando trabalho), que cresceu 2,6% de abril para maio e 16,7% de maio do ano passado para igual mês deste ano, acima do crescimento de ocupados, respectivamente de 0,5% e 1,9%. O rendimento médio dos empregados também permaneceu em queda em abril na comparação com igual mês do ano passado (-4,1%) mas apresentou expansão ante março (1,3%), influenciado pelo reajuste do salário mínimo.

Agencia Estado,

27 de junho de 2002 | 09h44

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