Taxa de inflação no G-20 cai em agosto, diz OCDE

Queda pode permitir que muitos bancos centrais mantenham as políticas de estímulo monetário por longo período

Danielle Chaves, Agência Estado

14 de outubro de 2013 | 12h58

SÃO PAULO - A taxa anual de inflação nas maiores economias do mundo caiu em agosto, o que pode permitir que muitos bancos centrais mantenham as políticas de estímulo monetário por um período de tempo prolongado. Pela primeira vez um grupo de instituições internacionais publicou uma medida de inflação para os países-membros do G-20, que engloba as 19 maiores economias do mundo e a União Europeia.

De acordo com a medida, a taxa anual de inflação do G-20 caiu para 3,0% em agosto, de 3,2% em julho. A taxa diminuiu para 1,5%, de 1,7%, na União Europeia, e para 1,5%, de 2,0%, nos EUA. Entre os países em desenvolvimento, houve recuo da taxa no Brasil, de 6,3% em julho para 6,1% em agosto, e na China, de 2,7% para 2,6%.

Por outro lado, a inflação anual aumentou na Indonésia, de 8,6% em julho para 8,8% em agosto, e no Japão, de 0,7% para 0,9%. A menor taxa de inflação foi a verificada no Japão, enquanto a maior ficou por conta da Índia, de 10,7%.

A taxa de inflação é o segundo indicador que será divulgado periodicamente sobre o G-20, após a publicação em março de uma medida agregada do Produto Interno Bruto (PIB) dos países do grupo. O cálculo dos dados do G-20 é uma iniciativa conjunta do Banco para Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês), Banco Central Europeu (BCE), Fundo Monetário Internacional (FMI), Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), Nações Unidas e Banco Mundial. A OCDE será responsável pela publicação dos dados. (Com informações da Dow Jones Newswires)

Tudo o que sabemos sobre:
inflacao

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.