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Taxa subiria menos se governo reduzisse parcela corrigida

Há uma alternativa que poderá livrar o governo de ter de elevar novamente a taxa de juros entre o fim de 2012 e início de 2013, acredita o economista Felipe Salto, da consultoria Tendências. "Mas ela é pouco provável", avisa. Para ele, seria possível elevar menos os juros para conseguir o mesmo efeito de frear a inflação, caso o governo conseguisse reduzir a parcela da dívida pública corrigida pela taxa de juros básica (Selic). Atualmente, os papéis atrelados à Selic, as Letras Financeiras do Tesouro (LFT), são 31,28% da dívida pública federal, de R$ 1,8 trilhão em outubro.

O Estado de S.Paulo

19 de dezembro de 2011 | 03h05

O governo, de fato, tem como antiga estratégia reduzir o estoque de LFTs e trocá-las por papéis corrigidos pela inflação ou outros títulos com a remuneração prefixada. Recentemente, o Conselho Monetário Nacional proibiu fundos de pensão de empresas estatais de comprarem LFTs para suas carteiras, reduzindo a demanda pelos papéis. Porém, avalia o economista, para substituição mais agressiva ter sucesso, o governo teria de ter uma política econômica que despertasse mais confiança no mercado. Do contrário, a troca da Selic por outros papéis pode ficar cara, com compradores exigindo taxas elevadas de retorno. / L.A.O.

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