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Taxação sobre ferro tem que ser bem analisada, diz Gerdau

Executivo da companhia pede que governo avalie os modelos de tarifação adotados em outros países

Renata Veríssimo, da Agência Estado,

21 de outubro de 2009 | 15h57

O presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, afirmou nesta quarta-feira, 21, que a proposta do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) de criar um imposto de exportação sobre o minério de ferro tem que ser bem analisada. Segundo ele, este é um assunto complexo, que precisa ser analisado comparando com o mundo.

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"Não pode ser uma coisa brasileira. Tem que comparar quem faz e quem não faz", disse o empresário, ao chegar para a reunião, no Ministério da Fazenda, do Grupo de Acompanhamento do Crescimento (GAC). Gerdau disse que esse será um dos assuntos a ser discutido pelo grupo.

 

O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, informou, também ao chegar à reunião, que a proposta de taxação do minério de ferro não estará na pauta da reunião da Câmara de Comércio Exterior (Camex) marcada para a próxima semana.

 

O estudo do MDIC propõe o imposto de exportação como uma alternativa ao aumento da cobrança de royalties para o setor de mineração, defendida pelo ministério de Minas e Energia. Para o ministério, o imposto de exportação sobre minério de ferro seria menos danoso à indústria nacional e às exportações de valor agregado do que o aumento dos royalties.

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