Tector é caminhão pronto para qualquer desafio
Conteúdo Patrocinado

Tector é caminhão pronto para qualquer desafio

Transportadores elegem o veículo da Iveco como a mais nova opção, robusta e confortável, no mercado de caminhões leves e médios

Iveco, Media Lab Estadão
Conteúdo de responsabilidade do anunciante

19 de março de 2021 | 12h25

A Iveco fez uma completa renovação na sua gama Tector. Até então, a família era composta por modelos semipesados e pesados. Foi quando em 2019 a marca apresentou os modelos Tector 9-190, de 9 t de peso bruto total (PBT), e 11-190, com 11 t de PBT.

Com as novidades, a Iveco passou a competir em um segmento que está crescendo no País – o de leve e médio –, motivada pelo aumento das atividades de transporte nas grandes cidades.

A cabine, que chama atenção pelo design, foi criada pensando em gerar menos arrasto, o que contribui para a redução do consumo de combustível. As linhas externas, com destaque para a parte frontal mais arredondada, também têm o objetivo de melhorar o fluxo de ar. A identidade visual dos modelos é muito parecida com a dos irmãos semipesados e pesados. Nesse sentido, denota a robustez que o caminhão entrega.

Visão de quem entende

Hamilton Cardoso, dono da KCF Comércio e Serviço, possui um Tector na versão de 9 t na frota. O empresário de Bacarena, no Pará, elegeu o caminhão leve por causa da robustez. Cardoso também é proprietário de um Iveco Daily.

A resistência que o Daily entrega serviu como argumento para a aquisição do Tector – algo que Cardoso considera ter sido assertivo.

Na empresa de Cardoso, o Tector, assim como modelos de outras marcas com capacidades técnicas equivalentes, tem a função de entregar alimentos para cozinhas industriais da região, bem como de locais mais distantes. Os caminhões chegam a rodar 300 km por dia em média.

"O que o Tector oferece a mais em relação aos da outra marca é a robustez. O chassi mais reforçado suporta bem os impactos das rodovias", diz Cardoso.

O empresário revela, ainda, que o modelo é o mais econômico em comparação aos concorrentes com capacidades equivalentes. "Eu percebo que os outros caminhões são abastecidos com mais frequência. Já o Tector leva mais tempo para precisar abastecer", diz Cardoso ao afirmar que a média do modelo gira em torno de 6,5 a 7 km/l.

Tecnologia que proporciona maior segurança no trânsito 

Junior Castel, da JR Castel Transportes, de Goiás, elegeu o Tector de 11 t de PBT por ser mais robusto em relação aos concorrentes. Não por acaso, o empresário possui três Tector 11-190 na frota para fazer o transporte de produtos congelados e resfriados.

De acordo com o empresário, o caminhão da Iveco conta com recursos que evitam excessos por parte dos motoristas. Logo, garante a maior segurança no trânsito.

Castel explica que o giro do motor corta antecipadamente, graças à tecnologia do acelerador eletrônico. "Esse sistema, além de reduzir custos extras com combustível, também evita gastos desnecessários por mau uso do componente", diz.

Nesse sentido, o caminhão exige menos manutenção que seus concorrentes. “E, por ficar menos tempo parado em manutenção, ele é mais produtivo, tanto que é colocado na rota onde é exigida maior robustez. Dessa forma, os modelos Tector chegam a fazer viagens de 400 a 500 km”, explica Castel.

Conforto como predicado

O conforto é algo que os empresários destacam sobre o modelo. As portas têm maior ângulo, para facilitar a entrada e a saída do motorista no dia a dia. E a altura que vai do banco ao teto tem 1,14 m, ou seja, uma das maiores do segmento. A alavanca de câmbio foi posicionada no painel, permitindo espaço extra, além de uma posição mais segura para o condutor fazer as trocas de marcha.

O melhor campo de visão está garantido graças ao maior para-brisa do segmento, com 1,53 m². Os retrovisores foram desenhados para garantir uma visão ampla das laterais, o que significa mais segurança e facilidade ao conduzir o veículo em manobras.

Francisco Mendes de Sousa possui o Tector 9-190 baú para fazer carretos na cidade de Valença e região, no Piauí.

O autônomo explica que elegeu o caminhão da Iveco porque, antes de ser empreendedor, foi motorista carreteiro e trabalhava com o Iveco Stralis. O conforto era o que mais chamava a atenção na época.

"Optei por um caminhão que me trouxesse conforto. Além disso, como faço carreto, eu nunca sei qual tipo de mercadoria e peso vou transportar. O Tector tem um ótimo torque. Aguenta qualquer terreno”, afirma Sousa.

Para o motorista autônomo, o melhor da categoria;

Cristiano Bueno é motorista autônomo. E, em seu ramo de atividade, o condutor faz fretes para diferentes segmentos do comércio – das cargas leves, com mais volume, às mais pesadas e densas. Por causa dessa pluralidade, trabalha com caminhão atrelado a um baú. Daí a robustez do veículo e a economia de combustível serem itens mandatórios.

Nesse sentido, Bueno, que também é youtuber e avalia caminhões de diversas marcas, explica que o Tector é superior aos concorrentes. Assim como avaliou outros modelos de caminhão de 11 t, também fez testes com o Tector. Isso porque Bueno pretende trocar de caminhão ainda este ano. No Tector, o condutor fez viagens curtas, mas também chegou a rodar até 1.200 km. Ele se surpreendeu com a economia. “Obtive bons resultados na bomba. Andei com o ar-condicionado ligado o tempo todo, pisei mais fundo no acelerador a fim de sentir a força do veículo carregado, e a média geral foi de quase 6 km/l”, comemora.

"O Tector é o mais espaçoso da categoria, graças à maior altura da cabine. E, para a gente que dirige o próprio veículo, esse espaço extra significa mais conforto. Outro atributo do Tector é a ampla área envidraçada, que me dá mais visão e reduz as áreas de pontos cegos."

Para Bueno, o Tector é um caminhão completo. "Pretendo trocar de caminhão ainda neste ano. E a minha escolha será o modelo da Iveco. O Tector 11-190 é o caminhão mais superior da categoria.”

Antes da compra, empresário fez pesquisas

Para Isaías Marcondes de Assis, da MGCE Transportes, o Tector é um veículo superior para fazer o transporte de carga fria.

Para operar a distribuição de mercadorias pelos centros expandidos de São Paulo e região metropolitana, a empresa conta com caminhões de menor capacidade. Para atuar nas cidades do interior, no entanto, a empresa optou por adquirir o Tector de 9 t, por levar mais capacidade de carga e ter um motor mais desenvolto, com bom torque em todas as situações.

"Escolhi o modelo porque a proposta comercial de aquisição era muito boa. Mas primeiramente eu pesquisei. Alguns colegas de outras empresas não estão satisfeitos com outras marcas que são mais populares nesse segmento, seja pela falta de conforto, seja pelo desgaste prematuro. Já as empresas que têm Tector na frota estão satisfeitas. Motoristas e empresários me falaram bem dele, por isso a opção da compra. E posso dizer que estou bem satisfeito com o caminhão", diz Assis.

Tecnicamente aprovado

A suspensão dos novos modelos de 9 e 11 toneladas também entra na lista de itens robustos. No eixo traseiro, são utilizadas molas parabólicas que garantem segurança, dirigibilidade e um rodar mais suave, se comparada aos feixes de molas trapezoidais. Nesse sentido, o conforto também está garantido.

Por fim, outro predicado que agrada em cheio motoristas e frotistas é o trem de força do Tector, que é composto pelo motor NEF45 da FPT Industrial. Ele desenvolve 190 cv de potência e torque de 62,2 mkgf, de 1.350 a 2.500 rpm. A transmissão é a Eaton manual de seis velocidades. Na sexta marcha, a Iveco implementou a overdrive, ou seja, uma última marcha longa que não compromete o consumo e aumenta a performance do veículo.

Em resumo, modernidade, conforto e potência que cabem​ no bolso, aliados à dirigibilidade e ao melhor câmbio automatizado da categoria. Tudo isso com economia e design para lá de moderno.

Saiba mais em na página do Iveco Tector.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.