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Telefones lideram lista de queixas dos consumidores

Procon-SP elabora lista inédita de produtos que mais dão dores de cabeça aos compradores

O Estado de S.Paulo,

12 de abril de 2013 | 18h56

 

SÃO PAULO - Os produtos que mais causam dores de cabeça aos consumidores são os aparelhos de telefone, especialmente os celulares. Em segundo lugar estão os computadores, seguidos dos móveis e dos eletrodomésticos.

A lista dos produtos campeões de queixas foi divulgada pelo Procon de São Paulo. Com um total de 7.204 reclamações (18% do total), os telefones apareceram em primeiro lugar.

Os computadores receberam 5.582 reclamações (14% do total). Os móveis apareceram em terceiro lugar na lista, com 4.192 queixas (10% do total).

Já os produtos da chamada linha branca (geladeiras, fogões, micro-ondas e máquinas de lavar) têm 3.997 reclamações (10% do total). Os aparelhos de TV, por sua vez, deixaram 2.689 consumidores insatisfeitos (7% das reclamações).

O objetivo do novo ranking, segundo o Procon, é mostrar as dificuldades que o consumidor ainda enfrenta no pós-venda e a relevância que esses produtos tem no dia a dia.

Para o Procon, os aparelhos de telefone fixo e celular apresentam padrão de qualidade insatisfatório, com vícios de funcionamento e durabilidade abaixo das expectativas dos consumidores.

O problema se agrava com suporte inadequado do pós-venda. Segundo o Procon, frequentemente os fabricantes alegam que o defeito ocorreu por mau uso, colocando a culpa pela falta de qualidade do aparelho no consumidor.

Nos eletrodomésticos a qualidade também deixa a desejar e os maiores problemas são ruídos excessivos e outros defeitos de funcionamento.

Problemas relacionados à entrega também são outra grande causa das demandas: os consumidores reclamam de produtos que não foram entregues, ou entregues diferente do que foi contratado.

No caso de móveis é frequente sua entrega com falta de peças ou partes. Já nas compras pela internet, além de não entregar os produtos, as empresas dificultam o exercício do direito de arrependimento previsto no Código de Defesa do Consumidor.

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