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Telefônica: regra sobre provedor devia valer para todos

Para o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, há questões regulatórias e técnicas que justificam a existência de provedores de acesso e esta figura deveria existir para todos. "Se o provedor deve existir para um, deve existir para todos", afirmou hoje, em debate na Fundação Getúlio Vargas (FGV).Em agosto, a Justiça de Bauru determinou que a Telefônica deixe de exigir dos usuários do serviço de banda larga Speedy de todo o Estado de São Paulo a contratação paralela de um provedor de acesso.Sem explorar detalhes sobre o assunto, Valente disse que a Telefônica cumpre as regras e a regulamentação, mas isso não interfere na disposição da empresa de "defender as opiniões que julga oportunas".A briga em torno da necessidade ou não de um provedor de acesso é antiga. A regulamentação livra as empresas que oferecem banda larga por cabo, como as operadoras de televisão por assinatura Net e TVA, de exigir provedor de acesso de seus clientes. Empresas que oferecem banda larga via rádio também não precisam impor esta exigência.

MICHELLY TEIXEIRA, Agencia Estado

08 de outubro de 2007 | 17h00

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