Telefónica: tarifa menor para residência

A Telefónica anunciou hoje os novos valores dos serviços oferecidos pelas companhias Telesp e Companhia Telefônica da Borda do Campo (CTBC), válidos a partir do próximo dia 22, após o aumento liberado ontem pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Houve um reajuste de 24,47% na taxa de assinatura não residencial, 19,88% na taxa de assinatura residencial e 6,04% no pulso local. A Telesp passa a cobrar os seguintes valores, já incluídos todos os impostos: R$ 19,77 pela assinatura residencial; R$ 30,79 pela assinatura não residencial; R$ 76,62 pela tarifa de habilitação; R$ 0,09180 pelo pulso local. Para a CTBC, os valores - também com impostos - são: R$ 19,77 pela assinatura residencial; R$ 30,79 pela assinatura não residencial; R$ 64,84 pela tarifa de habilitação; R$ 0,09062 pelo pulso local R$ 0,09062Pelas medidas negociadas entre a Anatel e as empresas de telecomunicação, houve um aumento na quantidade de pulsos oferecidos junto com a assinatura mensal. A partir do próximo dia 22, a assinatura mensal dará direito a 100 pulsos mensais, ao invés dos 90 oferecidos até então. Quando essa elevação de pulsos ofertados é levada em consideração, o aumento na assinatura mensal residencial cai para menos de 14%. Promoções Segundo a empresa, no ano passado as promoções oferecidas geraram um economia total de cerca de R$ 100 milhões para os clientes. Atualmente, a está em vigor uma única promoção, pela qual o usuário tem descontos de 5% a 20% sobre as tarifas telefônicas interurbanas cobradas paras as três cidades mais requisitadas pelo assinante.A Telefónica definiu entre os seus principais objetivos o fornecimento de 3 milhões de linhas em 18 meses. Somente neste ano, a companhia está investindo R$ 3 bilhões para atingir essa marca. Caso isso se verifique, a empresa terá cumprido a meta de universalização do serviço. Como o prazo estabelecido pela Anatel para o cumprimento dessa meta vai até janeiro de 2003, a companhia teria o direito de disputar o serviço de ligações nacionais e internacionais.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.