Teles pedem mais prazo para novo código em SP

As 193 sugestões recebidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na consulta pública sobre a criação do código de área 10 na região metropolitana de São Paulo trouxeram à tona as divergências entre as operadoras de telefonia móvel sobre a proposta da agência para sanar os problemas de escassez de números para habilitação de novas linhas.

Karla Mendes / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

23 de julho de 2010 | 00h00

A Oi, última operadora de celular a ingressar em São Paulo, foi a única prestadora a se manifestar totalmente favorável à proposta da agência. TIM e Claro defendem um prazo maior para que a mudança seja efetivada.

A Vivo, por sua vez, argumenta que, para que a medida passe a valer a partir de 31 de outubro, sua regulamentação teria de ocorrer até o próximo mês, o que seria praticamente inviável. Isso porque as contribuições têm de ser analisadas pela área técnica antes do envio ao Conselho Diretor da Anatel, que decidirá quais alterações serão incorporadas ao texto. Assim, não haveria tempo hábil para implementar a mudança até o mês que vem.

O objetivo da agência é duplicar o número de linhas disponíveis na capital, já que os números atrelados ao DDD 11 estão se esgotando.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.