SBT/Divulgação
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Temer não faz exame obrigatório e tem aposentadoria suspensa

Presidente requisitou aposentadoria aos 55 anos e recebia cerca de R$ 45 mil brutos; segundo Planalto, exame não foi realizado 'por falta de tempo', mas Temer 'fará assim que possível'

O Estado de S.Paulo

01 Fevereiro 2018 | 18h00

O Palácio do Planalto confirmou nesta quinta-feira, 31, que o presidente da República, Michel Temer, perdeu prazo para realizar a prova de vida, uma exigência para receber a aposentadoria como procurador do Estado de São Paulo. 

A falta da prova, um recadastramento anual, impede que ele receba os vencimentos.

A Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência informou que Temer "não fez por falta de tempo, mas fará assim que possível".

Reportagem publicada no site do jornal "O Globo" informou que Temer ficou sem o pagamento porque não fez o recadastramento obrigatório todos os anos, no mês de aniversário do aposentado. 

O presidente completou 77 anos em setembro passado e não recebeu em novembro e dezembro do ano passado.

Temer requisitou aposentadoria aos 55 anos e recebia cerca de R$ 45 mil brutos. O valor é reduzido para manter a remuneração no teto constitucional, de R$ 33,7 mil. 

Segundo informações da São Paulo Previdência (SPPrev) repassadas a "O Globo", sem a prova de vida, o benefício é suspenso automaticamente e excluído da folha de pagamentos.

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