‘Temos de frear uma energia inflacionária’

Salomão Quadros, economista do Ibre/FGV

O Estado de S.Paulo

21 de agosto de 2016 | 05h00

‘Temos de frear uma situação que ganhou muita energia inflacionária em várias frentes. Não era uma inflação frágil e que momentaneamente subiu. Eu vejo isso, às vezes, olhando para outros países. Por exemplo, a inflação no Chile em determinados momentos dá uma subida. Na crise internacional de 2008, foi a quase 10%, mas um ano depois ela já estava negativa. Atualmente, há uma série de fatores que estão se tornando anti-inflacionários. A taxa de desemprego subiu de um ano para cá, os salários nominais estão aumentando menos do que a inflação passada. Se tem salário subindo um pouco mais devagar, significa que os preços que derivam daqueles salários também devem subir um pouco mais devagar. Para 2017, condições mais favoráveis para o controle da inflação estão se formando e o mercado está acreditando numa redução.”

Tudo o que sabemos sobre:
Chile

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.