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Temporário demitido da GM pedirá indenização na Justiça

GM não é obrigada a reintegrar os trabalhadores, mas terá de indenizar o valor total da remuneração

BETH MOREIRA, Agencia Estado

16 de fevereiro de 2009 | 14h43

O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP) entrará com uma ação na Justiça até o final de semana para cobrar da General Motors do Brasil o pagamento de indenização aos funcionários temporários demitidos em janeiro, antes do prazo final dos contratos de trabalho.De acordo com o secretário-geral do sindicato, Luiz Carlos Prates, a indenização inclui o valor total da remuneração a qual os metalúrgicos teriam direito até o final dos contratos, que teriam vencimento em junho, julho e agosto de 2009, além de benefícios, como Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e convênio médico.Segundo o sindicalista, o tema - votado hoje em assembleia com os funcionários demitidos - leva em consideração a decisão proferida pelos desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Campinas, na última quarta, dia 11. O tribunal acatou parte da ação ajuizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos - Conlutas, que pedia a reversão das 802 demissões feitas pela GM no início de janeiro.De acordo com o TRT, as demissões foram consideradas nulas. Entretanto, a GM não é obrigada a reintegrar os trabalhadores, mas terá de indenizar o valor total da remuneração a qual os metalúrgicos teriam direito até o final dos contratos. "Independente da ação continuaremos em negociação com a empresa e, se obtivermos resposta positivas, poderemos paralisar o processo", afirmou o sindicalista.

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