Tensão na Grécia pode atrasar parte das reformas

Se Bruxelas respirava aliviada ontem com a votação na Alemanha, a tensão na Grécia apenas aumentava. Ao desembarcar em Atenas para avaliar os programas de austeridade do governo, o FMI e a UE foram recebidos com tomates e gritos de ofensas, enquanto manifestantes ocupavam os prédios públicos, tentando impedir a reunião entre as entidades e o governo grego.

O Estado de S.Paulo

30 de setembro de 2011 | 03h02

Após semanas de impasse, o FMI e a UE voltaram a dialogar com os gregos sobre o resgate. Antes de aceitar a reunião, as entidades exigiram um compromisso por escrito dos gregos de que levavam as reformas a sério.

A Grécia precisa da parcela de 8 bilhões até outubro para conseguir pagar suas contas e evitar um calote. Ontem, o FMI e a UE chegaram ao país para avaliar os novos números e decidir se a parcela poderá ser liberada. Mas já descobriram que parte da reforma anunciada na semana passada terá de ser adiada por causa da resistência política. / J.C.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.