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Terceirizados da Petrobrás decidem manter paralisação

Os trabalhadores de 18 empreiteiras que prestam serviços à refinaria da Petrobrás Presidente Bernardes (RPBC) e à empresa Carbocloro, em Cubatão, na Baixada Santista, decidiram continuar em greve até segunda-feira por aumento salarial de 12% e Participação nos Lucros e Resultados (PLR). A greve começou na quinta-feira.

Rejane Lima, O Estado de S.Paulo

21 de maio de 2011 | 00h00

Cerca de cinco mil trabalhadores - 90% da categoria - aderiram ao movimento, que também reivindica pede melhores condições de segurança no trabalho e vale-refeição de R$ 13. A proposta das empreiteiras já recusada é de reajuste de 9,75%, PLR de um salário e vale-refeição de R$ 12.

O presidente do Sintracomos, Geraldino Cruz Nascimento, afirma que dificilmente empreiteiras e trabalhadores chegarão a um acordo e a questão será decidida pela Justiça, em uma audiência de instrução e conciliação marcada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP) para às 13h30 de segunda-feira, em São Paulo.

A Petrobrás informou que a produção não foi afetada. A Carbocloro afirmou que embora a paralisação não tenha causado impacto na produção, foram afetados os serviços de montagem, construção civil e manutenção. A Carbocloro informou que vai aguardar a mediação da Justiça do Trabalho.

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