Terminais da Infraero registram crescimento

A Infraero apresentou, no acumulado de janeiro a novembro de 2007, crescimento na movimentação de carga exportada e importada, via aérea, em relação ao mesmo período do ano anterior. Na movimentação de carga exportada, a empresa registrou crescimento de 8,5%, passando de 237.491 toneladas para 257.722 este ano. Com relação à carga importada, o crescimento verificado foi de 23,8%, passando de 297.961 toneladas para 368.874. Na soma das importações e exportações, o crescimento foi de 17%, passando de 535,4 mil toneladas para 626,5 mil toneladas, no acumulado de janeiro a novembro deste ano.A movimentação de carga, até o mês de novembro deste ano, representou R$ 672 milhões, incluído o Adicional Tarifário (ATAERO). Em 2006, este número foi de R$ 618 milhões, o que representa um aumento de 8,7%. A expectativa da Infraero, conforme revisão da proposta inicial, é de fechar o ano com R$ 725 milhões em receita de carga. Vale ressaltar que, do total de R$ 217 milhões do ATAERO arrecadado com as Tarifas de Armazenagem e de Capatazia, apenas 41,5% são destinados à Infraero, o que representa o montante de R$ 90 milhões. Este é um dos setores mais rentáveis da empresa, que, no ano passado, representou 22% da receita bruta total da Infraero.TerminaisDos 32 terminais de logística de carga brasileiros, todos administrados pela Infraero, o primeiro em arrecadação é o do Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, em Cumbica, Guarulhos, que movimentou até o mês passado R$ 215 milhões com ATAERO, e R$ 145 milhões, se desconsiderar o Adicional Tarifário.Em seguida, vêm os terminais dos Aeroportos de Viracopos/Campinas, Galeão e Manaus. ProdutosAlém do crescimento da produção industrial brasileira, um dos fatores importantes para a retomada das exportações é a mudança do perfil do importador/exportador no Brasil, atualmente muito mais voltado para produtos de alto valor agregado.Entre as mercadorias que mais apresentaram crescimento na movimentação de carga internacional estão celulares, DVDs e eletroeletrônicos em geral. Antes, o Brasil só exportava produtos de baixo valor agregado, como couro e frutas.

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