Amanda Perobelli/ Estadão
Amanda Perobelli/ Estadão

Termômetro Broadcast Bolsa: Maioria espera alta para Ibovespa na próxima semana

Além de monitorar a tensão entre Estados Unidos e Irã, o mercado volta suas atenções na semana que vem para a esperada assinatura da 'fase 1' do acordo entre americanos e chineses

Redação, O Estado de S.Paulo

10 de janeiro de 2020 | 21h01

Os resultados do Termômetro Broadcast Bolsa mostram o mercado otimista sobre o desempenho do Ibovespa na próxima semana. O Termômetro tem por objetivo captar o sentimento de operadores, analistas e gestores para o comportamento do índice na semana seguinte.

Entre 23 participantes, 60,87% acreditam que o período entre 13 e 17 de janeiro será de ganhos, enquanto apenas 8,70% esperam queda. Ainda, para 30,43% do universo, o principal indicador de ações da B3 fechará a próxima semana com variação neutra. Nesta semana, a Bolsa teve perda de 1,87%. Excepcionalmente, não houve pesquisa entre 27 dezembro de 2019 e 3 de janeiro de 2020.

Além de monitorar a tensão entre Estados Unidos e Irã, o mercado volta suas atenções na semana que vem para a esperada assinatura da "fase 1" do acordo entre americanos e chineses. Liu He, vice-primeiro-ministro da China, chefiará uma delegação com dez autoridades do governo de Pequim que deverá validar o documento, em solenidade que contará com a presença do presidente Donald Trump. 

A agenda no exterior contempla dados de inflação nos Estados Unidos e números da economia da China, entre eles o Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre e de 2019 e do comércio exterior.

Internamente, a semana terá dados da atividade relativos a novembro, como a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) e o Índice de atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). 

"Projetamos alta interanual de 1,8% dos serviços e 3,4% do comércio varejista (excluindo veículos e material de construção) em novembro. No começo deste ano, com a saída do impulso de FGTS, podemos observar diminuição do ritmo de crescimento, para 0,5% na margem", avaliam os economistas do Bradesco.

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