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Tesouro australiano confirma redução gradual de estímulo

Secretário do Tesouro do país diz que medidas 'deram um estímulo vital para a confiança dos consumidores'

CLARISSA MANGUEIRA, Agencia Estado

20 de outubro de 2009 | 07h40

O secretário do Tesouro da Austrália, Wayne Swan, reiterou nesta terça-feira, 20, que as medidas de estímulo fiscal adotadas em resposta à crise econômica mundial estão projetadas para serem reduzidas gradualmente nos próximos meses. A Austrália foi o primeiro país do G-20 a elevar os juros após o período mais crítico da crise financeira global, demonstrando sinais claros de saída da recessão.

 

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Swan afirmou também que as medidas forneceram um estímulo vital para a confiança dos consumidores e dos empresários, num sinal de que o governo ainda está levemente mais comprometido com seu pacote de suporte econômico do que o Reserve Bank of Austrália (RBA, o banco central australiano), que no início do mês tornou-se a primeira autoridade monetária do G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) a aumentar a taxa de juros.

O relaxamento gradual do estímulo é "muito importante para uma recuperação sustentável diante do que ainda é um ambiente muito desafiador", disse o secretário a políticos. "Nós devemos ser muito cautelosos à medida que avançamos, porque ainda há um ambiente internacional muito incerto", acrescentou.

Os comentários de Swan ocorreram após a divulgação da ata da última reunião do comitê de política monetária do RBA, que mostrou que as preocupações com a inflação voltaram ao topo da lista de prioridades da instituição, reforçando as expectativas do mercado de que o BC australiano irá continuar a aumentar a taxa de juros nos próximos meses. Em 2010, o crescimento econômico vai retornar às taxas médias, que, segundo os economistas está em torno de 3%, antes de se acelerar em 2011, prevê a ata. As informações são da Dow Jones.

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