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Tesouro dá R$ 500 mi ao FGI

Fundo Garantidor de Investimento pode iniciar operações

Renata Veríssimo e Fabio Graner, BRASÍLIA, O Estadao de S.Paulo

14 de agosto de 2009 | 00h00

O Fundo Garantidor de Investimento (FGI), operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), recebeu na terça-feira o primeiro aporte do Tesouro Nacional, no valor de R$ 500 milhões, para começar a funcionar. Além disso, o BNDES fez outro aporte no valor de R$ 100 milhões. "O fundo já está em condições de operar", anunciou ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O BNDES está recebendo adesões de bancos que queiram participar do fundo, criado para melhorar o acesso ao crédito para as micro, pequenas e médias empresas. Para usar a garantia do fundo, as instituições privadas deverão aportar nele 0,5% do valor que desejam emprestar para as empresas. O FGI dará garantia às operações de financiamento do banco, minimizando os riscos das operações de crédito. É justamente a dificuldade em apresentar garantias o principal obstáculo para a obtenção de financiamento pelas empresas de menor porte. O novo fundo também poderá oferecer garantias para financiamentos ao caminhoneiro autônomo (pessoa física) e para o microempreendedor individual (autônomo). O FGI garantirá até 80% do risco de crédito de operações de repasse do BNDES às empresas. Para os clientes, o custo máximo da operação de garantia será de 0,15% ao mês. O presidente do banco, Luciano Coutinho, disse ontem que toda a regulamentação do novo fundo foi entregue à rede bancária no dia 3 de agosto. A expectativa é de que haja adesão imediata de pelo menos quatro grandes bancos. "Depois disso vamos trabalhar para a adesão de outros bancos", afirmou.

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