Tom Brenner/Reuters
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"be water"

Coluna Leandro Miranda: como se moldar à nova economia após a covid-19?

Tesouro dos EUA promete ajuda a pequenas e médias empresas a partir desta sexta

Benefício faz parte do pacote de US$ 2 trilhões sancionado por Donald Trump; plano pretende resgatar economia paralisada pela pandemia do novo coronavírus

Redação, O Estado de S.Paulo

03 de abril de 2020 | 01h47

WASHINGTON - O secretário americano do Tesouro, Steven Mnuchin, prometeu às pequenas e médias empresas que a ajuda do governo prevista no gigantesco plano de recuperação da economia dos Estados Unidos em meio à pandemia do novo coronavírus começará nesta sexta-feira, 3.

"Está pronto para começar (...) e o dinheiro vai sair no mesmo dia", prometeu Mnuchin, convidado da coletiva diária do presidente Donald Trump sobre a covid-19.  "Iniciará, mas não significa que todos poderão obter seu empréstimo amanhã", ponderou o secretário.

As empresas com até 500 funcionários terão o total de 350 bilhões de dólares em créditos, como parte do plano de ajuda federal de 2,2 trilhões de dólares diante da pandemia. Segundo a administração de Trump, é preciso apenas preencher um formulário muito simples para solicitar o empréstimo bancário, que será garantido pelo Tesouro.

"Queremos que tenham seus negócios prontos para a rápida retomada, quando chegar o momento adequado", disse Mnuchin, assinalando que a economia dos Estados Unidos, saudável antes da pandemia, jamais enfrentou uma paralisação tão brutal.

Diante da queixa de diversos bancos a respeito da falta de informação sobre como se dará esta ajuda do governo às pequenas e médias empresas, o secretário destacou que já conversou com os principais dirigentes das instituições financeiras do país.

Mnuchin também prometeu que a liberação da ajuda em dinheiro para as famílias começará dentro de duas semanas, e não em três, como estava inicialmente previsto. Donald Trump sancionou o plano de resgate de US$ 2 trilhões na última sexta-feira, 27.

Os Estados Unidos registraram 1.169 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo contagem de referência realizada na quinta-feira, 2, pela Universidade Johns Hopkins, atingindo o recorde de mortes mundiais em um único dia desde que a pandemia começou./ AFP

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