TIM contrata empresas para averiguar queda de chamadas

Segundo operadora, conclusões do estudo confirmam que não houve práticas ilícitas, como questionou a Anatel

Agência Estado,

28 de novembro de 2012 | 20h39

SÃO PAULO - A TIM informou nesta quarta-feira, em nota à imprensa, que contratou a Ericsson e a PricewaterhouseCoopers para apurar e esclarecer os indícios do relatório da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que sugere quedas de chamadas dos clientes Infinity motivadas por ação deliberada da companhia.

Segundo o comunicado da TIM, o trabalho da Ericsson destaca que: "Segundo as avaliações, escopo deste trabalho, a Ericsson pode seguramente afirmar que não existem evidências levantadas nas Centrais Telefônicas e Solução de Rede Inteligente Ericsson que indiquem formas propositais ou intencionais de promover desconexões na rede SMP da TIM." Além disso, acrescenta que não há qualquer evidência de que a taxa de queda de chamadas seja da ordem de 24%.

O resultado alcançado pela metodologia adotada pela Ericsson quanto ao cálculo da taxa no dia 08 de março de 2012 - objeto de estudo do relatório da Anatel - foi de 2,09%. O dado está em linha com o resultado de 2,04% gerado internamente pela TIM e que foi confirmado pela PricewaterhouseCoopers por meio de um relatório de Procedimentos Previamente Acordados (PPA).

Os dois estudos foram concluídos recentemente e apresentados à Anatel, como contribuição para o trabalho que a agência está finalizando para esclarecer a questão.

Ainda segundo a TIM, as conclusões ratificam a afirmação feita pela operadora anteriormente, negando práticas ilícitas e manobras contrárias à premissa de transparência no relacionamento com seus clientes. A companhia reafirma seu compromisso com a prestação de serviços com qualidade, transparência e, sobretudo, idoneidade com os consumidores.

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