Tinturaria é a maior da América Latina

A tinturaria Florisa nasceu no quintal da casa de Hercilio Imhof, em 1973, então funcionário da Tecidos Carlos Renaux, em Brusque. "Meu pai criou a empresa para fazer bicos", conta Nivio Imhof, filho de Hercilio e atual diretor da Florisa.

O Estado de S.Paulo

12 de agosto de 2013 | 02h08

A empresa cresceu e a antiga casa da família deu espaço a uma indústria de 27 mil metros quadrados. Diferente da Tecidos Carlos Renaux, que tinha fiação, tecelagem e tinturaria na mesma fábrica, a Florisa é especializada em apenas uma parte da produção de têxteis: o tingimento de tecidos para terceiros.

Hoje, a Florisa é a maior tinturaria focada em terceirização na América Latina. Todos os dias cerca de 130 toneladas de tecido são tingidos no local.

A empresa emprega 500 funcionários, alguns deles oriundos de fábricas tradicionais na cidade, como a Tecidos Carlos Renaux e a Schlösser, que fecharam as portas recentemente.

"A tendência de terceirizar parte da produção pelas malharias impulsionou o negócio", disse Imhof, que tem cerca de 30% dos clientes em Brusque.

Por ser especializada apenas em tinturaria, a Florisa investiu em um laboratório na fábrica para desenvolver cores. / M.G.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.