Tolmasquim volta a descartar racionamento de energia

Presidente da Empresa de Pesquisa Energética disse que há margem de manobra para evitar cenário ruim

Gerusa Marques, da Agência Estado,

21 de janeiro de 2008 | 17h20

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, voltou a descartar a necessidade de se adotar um racionamento de energia elétrica no País. Segundo ele, o Brasil já dispõe de vários programas de conservação de energia, incentivados pelo governo, como a exigência de selos em eletrodomésticos informando o consumo do aparelho."Temos uma série de ações que estão sendo feitas e que serão continuadas", disse Tolmasquim, ao chegar para a posse do novo ministro de Minas e Energia, senador Edison Lobão (PMDB-MA). Tolmasquim afirmou que existem "margens de manobra" pelo lado da oferta de energia para se evitar uma crise de abastecimento. "Existe uma situação tranqüila e não precisamos sacrificar o consumidor brasileiro como foi feito em 2001", disse o presidente da EPE, referindo-se ao racionamento daquele ano.Ele assegurou que "não estamos na iminência de uma crise" e que há maneiras de contornar o problema, usando o parque termoelétrico e as redes de transmissão de energia. Segundo Tolmasquim, essa estrutura permite "dar um conforto" ao Brasil.

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