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Tombini escolhe mais dois para a diretoria do BC

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, encaminhou ontem à presidente Dilma Rousseff dois novos nomes para a diretoria da autoridade monetária. Para a de Administração, foi indicado o atual chefe do departamento econômico e funcionário de carreira, Altamir Lopes, que há mais de uma década tem sido o responsável por divulgar os dados sobre a economia brasileira compilados pelo órgão.

Fabio Graner, O Estado de S.Paulo

17 de fevereiro de 2011 | 00h00

Para a diretoria de Liquidações e Controle do Crédito Rural o nome é Sidnei Corrêa Marques, também funcionário de carreira do banco e chefe do departamento de Monitoramento do Sistema Financeiro e de Gestão da Informação do BC.

Segundo o BC, estão deixando a casa os diretores Gustavo do Vale (Liquidações) e Alvir Hoffmann (Fiscalização). Vale deve assumir a Infraero, como adiantou a coluna Direto da Fonte, de Sonia Racy. Eles ficam no cargo até o Senado examinar e aprovar os nomes indicados. Segundo o líder do governo na Casa, Romero Jucá, os nomes deverão ser sabatinados na terça-feira, quando a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) será instalada.

O diretor de Administração, Anthero Meirelles, troca de função e vai para a área de Fiscalização, substituindo Hoffmann e deixando a cadeira atual para Altamir. Mas, como já faz parte da diretoria, não precisa ser novamente sabatinado.

As mudanças não representam mudança no perfil de comando do banco ou um novo rumo para o Comitê de Política Monetária (Copom), que define a taxa básica de juros. Os novos nomes garantem a manutenção de um perfil majoritariamente técnico. A escolha de Altamir Lopes para a diretoria de Administração e de Sidnei Marques para a de Liquidações, ambos atualmente chefes de departamentos, tem ainda o significado de reforçar as decisões colegiadas da direção do BC.

Ainda restam duas diretorias para serem ocupadas: Normas, que vem sendo acumulada pelo diretor de Assuntos Internacionais, Luiz Awazu Pereira, e a de Estudos Especiais, que está congelada. Tombini ainda não definiu os nomes que as ocuparão e não bateu o martelo se vai descongelar a diretoria de Estudos. / COLABOROU ANDRÉA VIANNA

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