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Tombini indica dois novos diretores do BC

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, indicou à presidente Dilma Rousseff a nomeação de dois novos diretores para a instituição, informou o banco nesta quarta-feira.

REUTERS

16 de fevereiro de 2011 | 10h53

Caso aprovada pelo Senado, a primeira mudança de diretoria sugerida por Tombini desde que assumiu o comando do BC em janeiro não alterará de forma significativa o perfil do Comitê de Política Monetária, atualmente formado majoritariamente por servidores de carreira da instituição.

O atual chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, 58 anos, foi indicado para assumir a diretoria de Administração no lugar de Anthero Meirelles, que passará a ocupar a diretoria de Fiscalização. Meirelles ficará na vaga de Alvir Hoffmann, que deixa o BC a pedido após três anos no cargo de diretor.

O segundo novo diretor do BC será Sidnei Marques, de 57 anos. Atual chefe do Departamento de Monitoramento do Sistema Financeiro e de Gestão da Informação, ele ocupará a diretoria de Liquidações e Controle de Operações de Crédito Rural no lugar de Antonio Matos do Vale, que deixa o BC a pedido.

Tanto Hoffmann quanto Vale já podem se aposentar do banco e haviam solicitado deixar a instituição ainda sob a presidência de Henrique Meirelles, no governo passado. Vale é atualmente cogitado para assumir a presidência da Infraero.

O BC ainda tem uma diretoria vaga, e um novo nome deve ser indicado nas próximas semanas. Desde que Tombini deixou a diretoria de Normas para assumir a presidência da instituição, Luiz Awazu passou a acumular a função com a diretoria de Assuntos Internacionais.

A nomeação de Lopes e Marques ainda precisa ser aprovada pelo Senado. Se isso ocorrer até a próxima reunião do Copom, em 1o e 2 de março, o comitê continuará sendo composto por cinco servidores de carreira e dois nomes de fora --Awazu, que era do Banco Mundial, e Aldo Mendes, diretor de Política Monetária que veio do Banco do Brasil.

Até que o Senado confirme os nomes dos novos diretores, Hoffmann e Matos do Vale, manterão seus cargos.

(Reportagem de Silvio Cascione e Isabel Versiani)

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