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Total de agências bancárias paralisadas em SP sobe para 176

Elevou-se para 176 o número de agências e centros administrativos paralisados pela greve dos bancários de 24 horas, no segundo balanço feito pouco depois das 13h desta terça-feira. Até esse horário, a greve abrangia pouco mais de 31 mil trabalhadores, dos 106 mil que atuam na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.A diferença entre o número de locais parados pela manhã - 105 - e à tarde, 176, refere-se a agências de pequeno porte, daí o número de bancários em greve ter crescimento menor, apesar do aumento significativo de unidades paralisadas. Há 43 locais parados no Centro; 46 na Zona Leste; 18 na Zona Sul; 10 na Zona Norte; 13 na Zona Oeste; 29 na região de Osasco e 17 na da Paulista.Pela manhã, os bancários sofreram com a repressão policial. Apesar disso, o movimento grevista continuou crescendo ao longo do dia. A PM foi acionada pelo Unibanco da Praça do Patriarca, Nossa Caixa e Bradesco da rua 15 de Novembro, Bradesco da rua Boa Vista e Safra da avenida Paulista.No Rio de Janeiro, 80% do Centro Financeiro está paralisado. Conforme informação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), aderiram à greve sindicatos que representam 80% dos bancários de todo país. Os sindicatos de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Ceará, Pernambuco e Bahia, que representam a grande maioria dos bancários do país, estão mobilizados."Essa é uma greve de advertência, para que o setor que mais lucra no país pare com a intransigência. É difícil de acreditar, mas em dois meses de negociação não apresentaram nenhuma contraproposta a nossas reivindicações. Negam, inclusive, reajuste salarial porque dizem que a inflação está baixa. Como se os lucros não estivessem batendo recordes atrás de recordes", afirma Vagner Freitas, presidente da Contraf.Segundo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, sindicatos 24 Estados aprovaram a greve em assembléias realizadas ontem (25). Além das capitais, o movimento grevista atingiu outros 35 sindicatos em cidades como Angra dos Reis (RJ); Campinas (SP), Londrina (PR), Uberaba (MG), Santos (SP), Mogi das Cruzes (SP), Nova Friburgo (RJ) e Três Lagoas (MS).

Agencia Estado,

26 de setembro de 2006 | 15h44

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