Tourinho descarta reajuste de combustíveis

O ministro de Minas e Energia, Rodolpho Tourinho, descartou qualquer possibilidade de o reajuste de preço do álcool hidratado ser repassado ao preço final da gasolina. "Houve um aumento no preço do álcool em torno de 4%, o que representa um impacto de 0,03% no preço da gasolina na bomba. Consideramos ser perfeitamente possível que as distribuidoras absorvam essa diferença e, por isso, um novo reajuste de preços da gasolina é inconcebível", afirmou o ministro Tourinho anunciou que além do leilão de venda de 50 milhões de litros de álcool a ser realizado na próxima sexta-feira, o governo federal já pretende agendar mais um leilão de outros 50 milhões de litros do combustível. "Se for preciso, faremos alguns leilões de oferta de álcool para que o preço não suba." O ministro disse que pretende autorizar nos próximos dias a compra, por meio de um leilão, de álcool produzido no Nordeste do País. Queda de preçosNa avaliação, a revisão de preços dos combustíveis agendada para abril de 2001 poderá resultar na queda de preços para o consumidor final. "Trabalhamos com o cenário da Petrobrás em que o preço médio do barril de petróleo no mercado internacional fique em US$ 25. Se o preço do barril estiver abaixo dos R$ 55,00,em abril, é bastante possível a queda dos preços para o consumidor."

Agencia Estado,

06 de dezembro de 2000 | 14h19

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