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Toyota, Ford e Daimler reduzem jornada e salário pelo mundo

Montadora japonesa vai reduzir a jornada de trabalho e o salário-base em 10% no Reino Unido em abril

Agência Estado

11 de março de 2009 | 11h29

As grandes montadoras continuam adotando medidas para evitar demissões e enfrentar as quedas nas vendas. A japonesa Toyota e a alemã Daimler-Chrysler anunciaram nesta quarta-feira, 11, que vão reduzir jornada e salários em suas fábricas nas na Europa. Veja também: De olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise  Lições de 29 Como o mundo reage à crise A unidade da montadora japonesa Toyota Motor no Reino Unido disse hoje que vai reduzir a jornada de trabalho e o salário-base em 10% a partir de 1 de abril. O acordo, feito em conjunto com representantes dos funcionários, estará em vigor por um ano. Em comunicado, a montadora disse que o principal objetivo é evitar demissões e que continuará monitorando sua situação e os desdobramentos do mercado. A montadora alemã Daimler disse hoje que está encurtando a quantidade de horas trabalhadas nas fábricas de caminhões da Mercedes-Benz, em resposta à diminuição das encomendas e à debilidade do mercado. A medida afetará 18 mil empregados e tem início agendado para depois da Páscoa. Os planos detalhados para o encurtamento da jornada foram elaborados em conjunto com o conselho de trabalhadores.   A americana Ford Motor disse que reduzirá salários, incluindo benefícios,  para cerca de US$ 55 por hora, em média. O objetivo é diminuir a diferença com relação a suas  concorrentes estrangeiras, que pagam em média US$ 48 por hora em suas operações no país, disse o  vice-presidente de operações globais da companhia, Joe Hinrichs. Membros do United Auto Workers (UAW), o sindicato que representa trabalhadores do setor,  ratificaram a decisão, bem como outras iniciativas de cortes de custos.

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