Trabalhadores da Chrysler iniciam greve para forçar acordo

Funcionários de 24 fábricas param nos Estados Unidos para protestar contra falta de convênio coletivo

Efe,

10 de outubro de 2007 | 16h50

Os trabalhadores do Grupo Chrysler começaram a deixar seus postos de trabalho em 24 fábricas de produção da companhia nos Estados Unidos diante da falta de acordo para a assinatura de um novo convênio coletivo. O sindicato United Auto Workers (UAW) advertiu, na última segunda-feira, que cerca de 50 mil de seus filiados na Chrysler iniciariam a greve, a partir do meio-dia desta quarta-feira, 10, caso não fosse obtido um acordo. Apesar do início da greve, redes de televisão de Detroit indicaram que o UAW e a Chrysler continuam negociando. Imagens de televisão mostram centenas de trabalhadores abandonando seus postos e deixando seus locais de trabalho para unir-se a representantes sindicais que lhes esperam com cartazes de apoio à greve. Os negociadores do UAW e da Chrysler vêm mantendo reuniões desde o fim de semana passado, e a imprensa afirmou nesta quarta que "um acordo pode estar próximo". No final de setembro, o UAW também declarou uma greve que parou, durante quase dois dias, os centros de trabalho da General Motors (GM) nos Estados Unidos. Após dois dias de greve, a GM e o UAW chegaram a um acordo considerado histórico para o setor automotivo

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