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Trabalhadores da Goodyear querem barrar demissões nos EUA

Operários protestaram na matriz da fábrica e querem um novo contrato coletivo de trabalho

AP,

29 de abril de 2013 | 16h01

 AKRON, OHIO - Com o pano de fundo de uma economia incerta, trabalhadores da Goodyear protestaram contra a política de redução de custos da fabricante de pneus.

Os trabalhadores querem negociar um contrato de trabalho para oito mil operários de seis fábricas da companhia.

As negociações difíceis devem levar a discussão até junho, e até lá a possibilidade de greve está adiada.

A última vez que o contrato de trabalho da Goodyear com os trabalhadores metalúrgicos do setor de borracha expirou, em 2009, os Estados Unidos estavam lutando para se recuperar da recessão e o desemprego estava em 9,4%. A Goodyear perdeu 375 milhões dólares naquele ano.

 

Agora, a taxa de desemprego em março nos EUA caiu para 7,6%, a menor em quatro anos. Ao mesmo tempo, o movimento sindical do país tem visto a sua participação encolher para seu nível mais baixo desde pelo menos a década de 1930 - 6,6% no setor privado.

 

Goodyear ganhou US$ 183 milhões no ano passado.A indústria de pneus tem sido auxiliada pela retomada do setor automobilístico, que teve seu melhor desempenho em cinco anos em 2012.

 

O relatório de lucros da Goodyear na sexta-feira destacou seu esforço para cortar despesas: a empresa vendeu menos pneus a nível mundial no primeiro trimestre de 2013 em comparação com o mesmo período do ano passado, mas faturou USS $ 26 milhões, revertendo o prejuízo de US$ 11 milhões dólares.

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