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Trabalhadores não apoiarão a cisão da Varig

A Trabalhadores do Grupo Varig (TGV) não apoiará, nesta segunda-feira, a proposta de cisão da Varig em duas empresas: uma internacional, que ficaria com os passivos, e outra da parte doméstica, que seria leiloada. A afirmação foi feita no mesmo dia em que a oferta será discutida em assembléia de credores da companhia aérea. O presidente da Associação de Pilotos da Varig (Apivar), Rodrigo Marocco, que também compõe a TGV, informou que essa divisão traria grandes problemas para a Varig internacional. "Não existe viabilidade para isso. Esse modelo não é viável em nenhum lugar do mundo. Nenhuma empresa se sustenta apenas com linhas de longa distância", explicou.O executivo revelou que os credores irão se reunir antes do começo da assembléia que discutirá a proposta, para tentar encontrar um modelo que seja viável para a companhia. Uma das opções seria leiloar toda a Varig e não apenas a parte doméstica, como é proposto. Marocco defende ainda a proposta feita pela TGV com base no processo de recuperação judicial aprovado em 19 de dezembro. Por essa oferta, a companhia seria dividida em uma área operacional e comercial. A última ficaria com todos os passivos.

Agencia Estado,

08 de maio de 2006 | 10h13

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