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Trabalhadores param obras do Aeroporto Internacional de Viracopos

Movimento por melhores salários e condições de trabalho começou após a morte de um funcionário no estacionamento do canteiro de obras 

Ricardo Brandt, O Estado de S. Paulo

29 de outubro de 2013 | 20h41

CAMPINAS - Os cerca de 6,5 mil funcionários que trabalham nas obras de ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, pararam as atividades nesta terça-feira por melhores salários e condições de trabalho. O movimento começou após a morte de um trabalhador no estacionamento do canteiro de obras, na última quinta-feira.

Os trabalhadores querem 20% de aumento nos salários e 100% no auxílio-alimentação, além de mais segurança nas obras. O eletricista Vinicios Bueno, de 19 anos, foi o segundo a morrer em três acidentes com feridos em Viracopos, em um período de sete meses.

Uma comissão formada por cerca de 50 funcionários se reuniu com a direção do Consórcio Construtor Viracopos, responsável pelas obras, na tarde desta terça-feira. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada, Infraestrutura e afins do Estado de São Paulo (Sintrapav), o consórcio ofereceu prêmios mensais e aumento no vale de R$ 240 para R$ 350.

Na manhã de quarta-feira o assunto será levado à assembleia e os funcionários decidirão se voltam ao trabalho. A construção do novo terminal, que vai elevar a capacidade de Viracopos de 9 milhões de passageiros por ano para 14 milhões, é essencial para a Copa de 2014. Sua entrega está marcada para abril. 

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