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Trabalhadores protestam contra demissões em SP e no Rio

Manifestação em SP percorrerá a Avenida Paulista até a sede da Fiesp; no Rio, sede da Vale é o alvo

12 de fevereiro de 2009 | 15h33

Centenas de trabalhadores  protestam na Avenida Paulista, centro financeiro da cidade de São Paulo, na tarde desta quinta-feira, 12, contra as demissões e a redução de salários. A concentração teve início às 14 horas, no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), e será seguida de uma passeata até a sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na mesma avenida.   Veja também: Renault cortará 9 mil vagas e Pioneer, 10 mil Peugeot-Citröen estuda demissões no exterior  Queda na indústria da UE em dezembro é recorde Economia volta a encolher e Espanha fecha ano em recessão De olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise  Lições de 29 Como o mundo reage à crise    A principal crítica dos sindicatos, que lideram a manifestação, é sobre o projeto elaborado pela Fiesp, que prevê a redução de salários, para minorar os efeitos da crise econômica mundial. Os trabalhadores também pedem que o governo federal edite uma medida provisória, que garanta a estabilidade do emprego para os trabalhadores durante o período da crise.   Rio   Cerca de 300 manifestantes, em sua maioria com camisetas e bandeiras da Central Única de Trabalhadores (CUT) protestam em frente à sede da mineradora Vale, no centro do Rio. De acordo com o presidente nacional da CUT, Artur Henrique. Trata-se de um ato que faz parte do Dia Nacional pelo Emprego, Salário e Direitos dos Trabalhadores.   O sindicalista afirmou que outras manifestações foram realizadas em todo o País: São Paulo, Minas Gerais e Brasília. "Estamos em frente à sede da Vale por conta da simbologia da empresa e das propostas que estão sendo feitas pelo presidente da Vale, o senhor Roger Agnelli, que quer flexibilizar as leis trabalhistas", afirmou Artur Henrique.   A portaria da sede da Vale está bloqueada por um grupo de policiais militares. A organização previa a participação de 1.500 pessoas, mas o número de 300 manifestantes foi calculado pela Guarda Municipal.   (Com Agência Brasil e Alberto Komatsu, da Agência Estado)

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