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Trichet: ainda é preciso fazer mais para conter a crise

As autoridades monetárias ao redor mundo devem continuar os esforços para conter a crise global, apesar dos sinais de que a recessão global está cedendo, disse hoje o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, durante o simpósio econômico anual de Jackson Hole, no estado de Wyoming (EUA). Em um discurso para autoridades financeiras internacionais, Trichet disse que os bancos centrais não devem ser complacentes. "Eles precisam fazer tudo que podem para evitar outra crise sustentar a recuperação", disse.

AE, Agencia Estado

22 de agosto de 2009 | 20h08

"Esta é uma tarefa muita exigente, imediata da comunidade internacional", disse Trichet. "E agora que estamos vendo alguns sinais que confirmam que a economia real está começando a sair do período de ''queda livre'' - isso não significa de forma alguma que não temos uma estrada muito turbulenta pela frente -, o maior erro que podemos fazer será esquecer a importância e a urgência desta tarefa." Trichet também elogiou a política monetária na Europa, como sendo bem controlada diante dos choques financeiros. "O BCE adquiriu uma reputação por mover as taxas de juro de uma forma firme e persistente ao longo do tempo", disse. "Esta foi uma escolha consciente."

Além disso, ele ponderou sobre a questão de se os bancos centrais devem responder as bolhas de preços de ativos. Trichet argumentou que existe valor nas políticas que identificam os desequilíbrios financeiros e avaliam o risco de qualquer erro na precificação do risco. Esperar que uma bolha de ativos estoure e então afrouxar a política monetária cria uma questão de risco moral, disse Trichet. Ao mesmo tempo, o presidente do BCE argumentou que a atual crise teria sido pior se os bancos centrais não tivessem colaborado nos esforços para reduzir a turbulência. "Sem tal cooperação de confiança, os eventos globais teriam sido muito mais dramáticos", disse. As informações são da Dow Jones.

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