Joshua Roberts/Reuters
Joshua Roberts/Reuters

Trump receberá principal negociador comercial da China na Casa Branca

Dois políticos poderão fechar acordo para acabar com a guerra comercial entre os dois países

Redação, O Estado de S.Paulo

04 de abril de 2019 | 04h08

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reunirá com o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, e poderá fechar um acordo para acabar com a guerra comercial entre os dois países, informaram funcionários americanos nessa quarta-feira, 3.

O encontro com Liu, que também é o principal negociador comercial da China, ocorrerá na tarde desta quinta-feira, 4, na Casa Branca, segundo o programa oficial.

Negociadores chineses e americanos estão trabalhando para fechar um acordo que aborde as demandas de Trump, que reclama de anos de tratamento injusto para as empresas americanas por parte do gigante asiático, o que permitiria a redução das tarifas que afetam o comércio nos dois países.

Segundo funcionários americanos, a China tem utilizado práticas desleais de comércio por anos para promover suas empresas e obter know-how das companhias americanas. No dia 29 de março, Trump disse que as negociações para acabar com a guerra comercial com Pequim caminhavam "muito bem", mas destacou que só aceitaria um "grande acordo".


Trump pode anunciar encontro de cúpula com Xi Jinping nesta quinta-feira

O presidente americano Donald Trump pode anunciar, nesta quinta-feira, 4, a realização de uma nova cúpula com o líder da China, Xi Jinping, segundo um funcionário do governo americano. O anúncio viria na esteira do encontro com o vice-premiê chinês. Entretanto, a fonte pondera que as discussões permanecem fluidas e os planos podem mudar.

O possível anúncio de uma nova reunião entre os líderes sinaliza que os dois lados estão prestes a fechar um acordo nas discussões comerciais, segundo autoridades que acompanham as negociações. Porém, ainda há poucos sinais de que Pequim está disposta a realizar grandes concessões. As informações são do Dow Jones News Wires/ Com informações da AFP.

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