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UE contribui com US$ 102 bi em novos recursos ao FMI

Os líderes da União Europeia concordaram hoje que os recursos do Fundo Monetário Internacional (FMI) para empréstimos deveriam ser dobrados para US$ 500 bilhões e decidiram contribuir com 75 bilhões de euros em novos recursos (cerca de US$ 102 bilhões). O bloco também elevou o fundo emergencial para membros fora da zona do euro e concordou com a maneira como o superávit orçamentário do bloco será gasto, informou o primeiro-ministro da República Checa, Mirek Topolanek.

NATHÁLIA FERREIRA, Agencia Estado

20 de março de 2009 | 12h40

A República Checa está na presidência rotativa da UE nos primeiros seis meses deste ano e comandou uma reunião de dois dias dos líderes do bloco de 27 países. Segundo comunicado no fim do encontro, os líderes do bloco "querem dobrar os recursos do FMI para que o Fundo possa ajudar seus membros prontamente e flexivelmente, se eles tiverem dificuldades no balanço de pagamentos".

O bloco também pede que o Fundo mude a maneira como faz empréstimos para que possa responder mais rapidamente quando parecer que a ajuda é necessária. "A estrutura de empréstimos do FMI deve ser aperfeiçoada e ajustada para fortalecer a capacidade do Fundo de evitar e responder a crises", afirma o documento.

Os EUA e a UE decidem amplamente a maneira como o FMI deve operar, mas os líderes do bloco europeu concordaram que grandes países em desenvolvimento, como China e Índia, devem ter um papel maior. Na semana passada, os ministros das Finanças do G-20 decidiram aumentar os recursos de empréstimos do Fundo, mas a quantia será definida no encontro dos líderes do grupo em 2 de abril. As informações são da Dow Jones.

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