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UE pede clareza do setor privado na ajuda à Grécia

Uma resolução para as negociações sobre com quanto os investidores privados irão contribuir para o pacote de ajuda à Grécia é fundamental para uma solução abrangente para as crises da dívida e bancária da zona do euro, mas essas conversas estão em andamento, afirmou um porta-voz da Comissão Europeia, Amadeu Altafaj Tardio, hoje.

GABRIEL BUENO, Agencia Estado

25 de outubro de 2011 | 12h48

Um pacote abrangente tem "três elementos fundamentais", o envolvimento do setor privado, recapitalizações bancárias e um fundo de ajuda à zona do euro mais forte. A União Europeia necessita de "clareza" no envolvimento do setor privado até amanhã, quando os chefes de Estado da União Europeia se reúnem em Bruxelas.

O Instituto de Finança Internacional (IIF, na sigla em inglês), que representa vários bancos internacionais, negocia com funcionários da zona do euro uma revisão no acordo voluntário de 21 de julho para o envolvimento do setor privado. A Alemanha exige uma maior contribuição do setor privado.

O IIF está negociando com funcionários da zona do euro a revisão do acordo voluntário de 21 de julho para o envolvimento do setor privado, no momento em que particularmente Berlim exige uma maior contribuição. "Nós precisamos de uma resposta abrangente. Precisamos avançar em paralelo em todas essas respostas, que estão interligadas", afirmou Tardio. As informações são da Dow Jones.

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