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E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

Último reajuste foi em 2009

A última vez que a Petrobrás havia mexido no preço dos combustíveis foi em 2009, quando houve uma redução. De lá para cá, a cotação do petróleo disparou no mercado internacional. Mas, preocupado com os índices de inflação, o governo impediu a estatal de repassar os aumentos. A defasagem de preços atingiu 30% em relação ao mercado externo. Para piorar a situação, a companhia foi obrigada a triplicar o volume de importação de combustível para compensar a redução da mistura de álcool anidro na gasolina, e embolsar prejuízos. Só neste ano, calculava-se que a defasagem de preços pudesse ter impacto de R$ 1,4 bilhão no caixa da estatal só com a gasolina. Mas, fontes internas da empresa, afirmam que o valor seria ainda maior.

O Estado de S.Paulo

29 de outubro de 2011 | 03h06

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