Uma Amazônia próspera e positiva
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Uma Amazônia próspera e positiva

Uma artista e um cientista que nasceram, vivem e trabalham na região amazônica compartilham suas visões sobre a conservação e o desenvolvimento sustentável da floresta

Natura, Estadão Blue Studio
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05 de setembro de 2021 | 08h00

O que você pode fazer hoje pelo futuro do planeta? Nem todo mundo sabe esta resposta. Buscá-la passa, invariavelmente, por repensar escolhas, mudar atitudes e olhar com atenção para a Amazônia, fazendo a sua parte para que a floresta continue viva e em pé. 

A cantora e compositora Liège e o cientista Cezar Rabelo da Silva são naturais da região amazônica e, com seus distintos trabalhos, são considerados “fazedores do presente” da floresta. Eles foram convidados a participar da nova campanha de Natura Ekos por refletirem o movimento Amazon of futurismo, criado pelos artistas Labo Young e João Queiroz, que imagina um amanhã mais otimista e potente para a Amazônia, diferente das notícias de desmatamento e perda da biodiversidade que acompanhamos hoje. “Acredito que políticas públicas, turismo, educação, espaço de mídia e disposição fazem olhar para a Amazônia para além do imaginário dos livros de história. Também ouvir os povos amazônicos, conhecê-los e entender suas especificidades, sem que ninguém se pronuncie por eles”, opina Liège, que enfatiza que os amazônidas continuam sendo vistos como seres primitivos, sem acesso a tecnologia e recursos modernos, mas que, na verdade, ocupam os mais diversos papéis no mercado de trabalho, produzindo todo tipo de arte, ciência e educação. “Na música amazônida não é diferente. Temos todos os gêneros musicais sendo criados com máxima competência e excelência, não apenas ritmos regionais”, acrescenta. Ela afirma que é preciso buscar conhecimento e compreender que a riqueza natural carrega também uma riqueza humana que necessita de investimento e atenção, porque está direta e indissociavelmente ligada à natureza e à sua manutenção.

Silva, que é pesquisador de ingredientes cosméticos a partir de bioativos e trabalha há três anos e meio na Natura, reforça a capacidade das pessoas que vivem e atuam na região. “Cada vez mais, a concepção e o início dos estudos de novos bioativos têm vindo do time que fica alocado na fábrica da Natura na Grande Belém. É tecnologia desenvolvida e estudada na Amazônia e com mão de obra local. Temos profissionais capacitados para realizar pesquisa de ponta, que vai daqui para o mundo todo.” Segundo ele, os processos desse trabalho estão de acordo com os princípios da química verde, são limpos e sustentáveis e, respeitam todos os compostos que a natureza levou anos para desenvolver, dentro de uma amêndoa ou fruto amazônico. “Acredito que fazer pesquisa na região e valorizar seus recursos biológicos, além da terra ou dos minérios, é a chave de um futuro potente para a Amazônia.” 

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Considero consumir produtos de empresas comprometidas com manejo sustentável e comércio justo, uma forma muito bonita e nobre de ajudarmos a Amazônia
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Cezar Rabelo da Silva, pesquisador da Natura

Ele diz que é papel de todos, como consumidores, incentivar o desenvolvimento amazônico apoiado no uso consciente dos recursos naturais. “Considero consumir produtos de empresas comprometidas com manejo sustentável e comércio justo, uma forma muito bonita e nobre de ajudarmos a Amazônia”, opina. No caso dos cosméticos, Silva indica as formulações mais naturais, biodegradáveis e com redução de embalagens. “A ciência deve mostrar cada vez mais o valor de manter a Amazônia em pé, sob a ótica tanto de mudanças climáticas quanto de valor comercial. Temos uma biodiversidade enorme, desde seres unicelulares a árvores majestosas que possuem um valor de mercado ainda subexplorado.” Ele cita o exemplo do desenvolvimento de ingredientes a partir de oleaginosas amazônicas feito pela Natura, que ajuda a manter espécies da flora, como a árvore de ucuuba, que antes era cortada e seguia para a indústria de madeira. “Hoje, a partir dessa árvore, as comunidades fornecedoras obtêm renda da semente a cada safra – muito diferente de quando era cortada e só dava lucro uma vez.”

Para o cientista, a busca por potenciais da floresta como esse pode ser o caminho para mantê-la viva e afastar desmatamentos. Liége concorda que é preciso mostrar as virtudes locais e complementa: “A visão de que somos partes interdependentes, e não donos da floresta, foi perdida e precisa ser retomada”.

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