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E-Investidor: O passo a passo para montar uma reserva de emergência

Unibanco vende consórcio Ford em agências

Todas as agências do Unibanco venderão cotas do Consórcio Nacional Ford, que abrange os automóveis de passeio e caminhões da montadora. A parceria foi formada em janeiro deste ano. Após a aliança, o Consórcio Nacional Ford ficou sob a responsabilidade da Unibanco-Rodobens.A associação com a Ford resultou na ampliação do portfólio de modelos oferecidos pela Unibanco-Rodobens, que até então estava focada na comercialização de veículos leves de outras montadoras. O Unibanco adotará um mecanismo pelo qual será utilizada parte do valor do lance para quitar as três primeiras parcelas que vencerem após a retirada do veículo. Nos consórcios tradicionais, o lance é integralmente usado na quitação das últimas mensalidades do plano do consórcio. O Unibanco oferece a seus correntistas o débito em conta.Veja os riscos e as vantagens dos consórciosConsórcio somente é bom negócio para quem é sorteado nas primeiras reuniões do grupo, ou consegue fazer um lance maior que os demais, garantindo assim a entrega do bem. Os custos das operações de consórcio (taxa de administração, fundo de reserva etc.) são cobrados como remuneração pela administração dos recursos, diferentemente de um financiamento, em que incidem taxas de juros de operações de crédito. Os custos do consórcio, na média, ficam mais baixos que os do financiamento para quem recebe o bem antes. E é perda absoluta para quem não recebe o bem. Quem não é contemplado logo no começo do grupo paga os custos e ainda deixa de ganhar a remuneração que receberia se tivesse poupado o dinheiro em alguma aplicação financeira. Por isso se diz que uma opção ao consórcio é poupar o dinheiro em aplicação financeira e depois comprar à vista. Mesmo que tenha fôlego para dar um bom lance e levar o carro na primeira assembléia do grupo, o interessado deve sempre comparar o valor da mensalidade do consórcio com o valor da prestação de um financiamento normal, antes de tomar sua decisão. A diferença pode ser muito pequena, sendo que no financiamento não há risco de ficar sem o bem de imediato e, se há fôlego para um bom lance inicial, pode-se dar uma entrada maior no financiamento, diminuindo o peso dos juros, o que pode derrubar o preço final.

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