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Único de sua corretora a sobreviver ao 11 de setembro, executivo promove dia global de caridade

Howard Lutnik só escapou do atentado terrorista às Torres Gêmeas porque tinha levado os filhos à escola

O Estado de S.Paulo

11 Setembro 2017 | 05h00

Marcado pelo ataque terrorista ao World Trade Center, em Nova York (EUA), o dia 11 de setembro se tornou uma data repleta de demonstrações de solidariedade. Uma das pessoas que promovem ações beneficentes é Howard Lutnik, ex-CEO e único sobrevivente da corretora Cantor Fitzgerald, que perdeu 658 funcionários no atentado das Torres Gêmeas. O executivo só não estava nos edifícios atingidos porque tinha levado os filhos à escola. Hoje à frente do BGC Partners, Lutnik promove nesta segunda-feira, 11, mais um BGC Charity Day (Dia da Caridade BGC, em inglês).

Com escritórios no Rio de Janeiro e em São Paulo, a corretora BGC Liquidez, parceira do grupo americano, participa da ação, na qual toda a receita gerada pela venda de ativos é destinada à caridade. Metade vai para as famílias das vítimas do 11 de setembro e a outra metade, a associações beneficentes selecionadas pelos escritórios regionais. Neste ano, as vítimas do furacão Harvey, nos EUA, estarão entre os beneficiários.

Como parte do Charity Day, os escritórios ligados ao BGC convidam celebridades que, voluntariamente, atendem ligações de investidores durante uma hora para incentivá-los a fechar transações. Figuras como a modelo Vivi Orth, os ex-jogadores de futebol Raí e Zetti, as apresentadoras Adriana Colin, Iris Stefanelli e Carolinne Bittencourt e o nadador Cesar Cielo vão passar pelo escritório da BGC em São Paulo.

No Rio de Janeiro, está confirmada a participação dos atores Nando Rodrigues, Ju Trevisol, Josie Pessoa, Lucas Malvacini e Leticia Birkheuer.

Nas sete edições do Charity Day de que as filiais brasileiras fizeram parte, foi arrecadado um total de R$ 1,2 milhão. Em 12 anos, a ação chegou a uma arrecadação global de mais de US$ 137 milhões.

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