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UniCredit vê pouco impacto de sanções russas em 2014, segundo jornal

O UniCredit Bank Austria vê pouco impacto das sanções ocidentais contra a Rússia neste ano, mas não pode prever as consequências em 2015, disse o chefe do banco para a Europa Central e Oriental a um jornal austríaco.

REUTERS

25 de setembro de 2014 | 11h39

"Temos fortes compromissos apenas com certos segmentos de mercado na Rússia. Até onde vão as sanções, não esperamos um grande impacto neste ano. Ainda não posso dizer nada para 2015", disse Gianni Franco Papa ao jornal Salzburger Nachrichten em entrevista publicada nesta quinta-feira.

A União Europeia e os Estados Unidos impuseram sanções contra Moscou por seu papel na crise ucraniana.

Papa disse estar claro que a economia ucraniana está sofrendo com o conflito, o que complica os esforços para vender o negócio bancário do UniCredit na Ucrânia. Ele disse que as conversas sobre uma venda continuam mas levarão algum tempo.

Ele acrescentou que a crise entre Rússia e Ucrânia trouxe mais atenção para toda a região, mas que as economias regionais não estão se desenvolvendo uniformemente.

O crescimento econômico na região da Europa Central e Oriental em 2015 ficará aquém das projeções do começo deste ano, disse Papa, acrescentando: "Estamos mesmo assim otimistas e esperamos em média um crescimento de 1,5 por cento a 2 por cento. Comparado com que estamos vendo na Europa Ocidental isso é bom, mesmo se não são as taxas (de crescimento) do passado".

(Por Michael Shields)

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