Jim Young/Reuters
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United Airlines diz que pode colocar 36 mil funcionários de licença a partir de outubro

Companhia aérea é a primeira dos EUA a detalhar possíveis folgas em massa, apesar da bilionária ajuda federal que o setor recebeu

Redação, O Estado de S.Paulo

08 de julho de 2020 | 15h22

CHICAGO - A companhia aérea United Airlines informou, nesta quarta-feira, que poderá ser forçada a colocar de licença quase metade de sua força de trabalho nos Estados Unidos, por causa da crise provocada pela pandemia de covid-19. A companhia aérea avisou 36 mil funcionários que eles poderão ser afetados pela medida a partir de 1º de outubro, devido à queda na demanda de passageiros.

Nessa data, vencem as restrições para o setor que acompanharam o pacote governamental de US$ 25 bilhões (cerca de R$ 134 bilhões) em ajuda financeira.

A United, com sede em Chicago, é a primeira grande companhia aérea dos EUA a detalhar possíveis folgas em massa, apesar da ajuda federal que cobriu as folhas de pagamento até setembro.

Segundo um executivo sênior da United, a empresa não poderia contar com mais uma rodada de apoio governamental para cobrir os custos com pessoal além de 1º de outubro. Ele chamou a medida de "último recurso".

O setor aéreo é um dos mais afetados pela crise causada pela pandemia em todo o mundo. Nos EUA, as companhias estão pleiteando outros US$ 25 bilhões em empréstimos federais que foram autorizados sob o mesmo amplo pacote de estímulo aprovado em março, enquanto preservam caixa para enfrentar uma crise que, segundo elas, provavelmente durará anos. / DOW JONES NEWSWIRES

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