Clayton de Souza|Estadão
Clayton de Souza|Estadão

Usiminas sai do prejuízo após dez trimestres e tem lucro líquido de R$ 108 milhões

A receita líquida somou R$ 2,351 bilhões no período, alta de 15,2% na relação anual e de 11% na trimestral

Fernanda Guimarães, Broadcast

20 de abril de 2017 | 11h03

SÃO PAULO - A Usiminas reverteu uma sequência de dez prejuízos trimestrais e anotou no intervalo de janeiro a março deste ano um lucro líquido de R$ 108 milhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado nos primeiros três meses do ano chegou a R$ 533 milhões, mais de 10 vezes superior ao mesmo intervalo de 2016, que foi de R$ 52 milhões. Ante o último trimestre de 2016 o aumento foi de 128%.

"O balanço favorável do primeiro trimestre é fruto de um trabalho de equipe intenso focado na revitalização da companhia, que incluiu a reestruturação da sua configuração industrial e da sua capacidade produtiva, a redução de custos e o aumento do volume de vendas e preço", destaca o presidente da companhia, Sergio Leite, em nota enviada à imprensa.

Considerando o Ebitda conforme a instrução 527 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o número foi de R$ 528 milhões, também mais de dez vezes superior a um ano antes. No entanto, na relação trimestral, houve recuo de 10%.

A margem Ebitda ajustada foi de 23% no primeiro trimestre deste ano, ante 3% nos três primeiros meses de 2016 e de 11% no último trimestre do ano passado.

A receita líquida somou R$ 2,351 bilhões no período, alta de 15,2% na relação anual e de 11% na trimestral. 

A empresa trocou de presidente no final de março em meio à disputa de poder travada pelos sócios Nippon Steel e Ternium-Techint. Em janeiro e fevereiro, período em que o ex-presidente Rômel Erwin de Souza estava no comando da empresa, a Usiminas teve lucro líquido de R$ 121 milhões e Ebitda de R$ 366 milhões./COM INFORMAÇÕES REUTERS

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.