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Uso da capacidade instalada sobe pelo quarto mês seguido

Utilização de 86,1% da capacidade em setembro perde apenas para o mês de janeiro de 1977

Paula Puliti, da Agência Estado,

28 de setembro de 2007 | 15h37

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci), apurado pela Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação do Instituto Brasileiro de Economia em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV), cresceu pelo quarto mês consecutivo em setembro, para 86,1%, porcentual que perde apenas para janeiro de 1977, quando atingiu 87%. O nível de estoques em setembro repetiu o comportamento de agosto, o mais baixo desde abril de 1995. Pela segunda vez consecutiva o número de empresas com estoques insuficientes (7%) superou o de empresas com estoques excessivos (6%). Apesar de os números indicarem que o ritmo da indústria continua forte, o coordenador da pesquisa Aloísio Campelo afirma que já há sinais de desaceleração. Em relação a setembro do ano passado, o Nuci cresceu 1,5 ponto porcentual. Mas quando se compara agosto de 2007/agosto de 2006, a alta havia sido de 2,1 ponto porcentual.  "O resultado de setembro não caracteriza uma tendência ascendente em relação a agosto", afirmou Campelo. Além disso, uma alta do Nuci em setembro é esperada, porque a produção industrial "naturalmente" cresce em setembro e outubro por conta das encomendas de fim de ano. Demanda Interna Já o indicador do nível de demanda interna em setembro, também apurado pelo Ibre-FGV, atingiu 128 pontos, o nível mais alto desde outubro de 1986 e crescimento de 19,6% em relação a setembro de 2006. Em termos porcentuais, o indicador mostra que 32% das empresas brasileiras acreditam que a demanda está forte e apenas a 4% qualificam como fraca.

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