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Vale descarta parcerias por questões trabalhistas

Empresa anuncia corte de fornecimento para usinas que não respeitem legislação ambiental e/ou trabalhista

ALESSANDRA SARAIVA, Agencia Estado

22 de agosto de 2007 | 09h55

A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) informa que, a partir de 1º de setembro deste ano, iniciará corte de fornecimento de minério de ferro para usinas de gusa que não respeitam as legislações ambientais e/ou trabalhistas em vigor no Brasil. A empresa informou que os primeiros cortes serão aplicados à Companhia Siderúrgica do Pará (Cosipar) e à Usina Siderúrgica de Marabá S/A (Usimar). De acordo com informe da empresa, fiscalizações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apontaram passivos ambientais nestas duas empresas. A Vale fornece ainda, em seu comunicado, os números dos documentos (ofícios 009 e 010/2007, de 29 de janeiro, da Diretoria de Florestas do Instituto). A empresa esclareceu ainda que o Ibama, por meio de fiscalizações realizadas neste ano nas siderúrgicas do Pará e do Maranhão, entregou aos órgãos ambientais dos referidos Estados; ao Ministério Público Federal; e ao Ministério Público Estadual, diagnóstico de passivo ambiental desses pólos de gusa. "No dia 8 deste mês, o Ibama ajuizou Ações Civis Públicas contra essas empresas, sobre o mesmo tema", detalhou a mineradora, no comunicado. A Vale encerra a nota informando que sua decisão está de acordo "com os princípios do desenvolvimento sustentável" da companhia, que "exige de seus clientes e fornecedores o cumprimento das legislações ambiental e trabalhista em vigor". "A CVRD reafirma seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua, bem como o respeito às legislações em vigor", finaliza a mineradora.

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