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Varejistas temem desestímulo a vendas sem IPI reduzido

A presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV) e do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, disse hoje, após encontro com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para discutir a renovação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido aos produtos da linha branca (fogões, geladeiras e lavadoras), que as vendas do setor podem ser "desestimuladas" se o benefício não for prorrogado. A redução do IPI para os produtos da categoria vence no dia 31 de outubro.

RODRIGO PETRY E RICARDO LEOPOLDO, Agencia Estado

26 de outubro de 2009 | 14h08

Segundo Luiza Helena, a linha branca representa cerca de 30% das vendas das redes varejistas. Ela destacou que desde o anúncio da medida, em abril, o setor conseguiu retomar as vendas e já prevê que o fim do ano poderá ser "o maior dos últimos anos no Brasil". "Pouco mais de 40% da população tem máquina de lavar. Ainda temos um grande mercado para atingir", disse. A executiva afirmou ainda que o setor aguarda a decisão do governo para poder ampliar as contratações de fim de ano, que crescem entre 10% e 15% no período.

De acordo com o presidente da Eletros, Lourival Kiçula, desde o anúncio da medida, a produção de itens da linha branca contemplados com a renúncia fiscal superou a previsão do setor em 2 milhões de unidades. "Nossa expectativa era vender 8 milhões (de unidades), mas já superamos este número", afirma. Kiçula avaliou também que poderá ocorrer queda no emprego, caso a renovação do IPI reduzido não ocorra.

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