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Varejo mostra cautela ao fazer encomendas para o Natal

O comércio varejista da capital paulista faz encomendas e reabastece os estoques com cautela para o Natal deste ano. Sondagem feita pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), com 300 empresários do setor, aponta que 44% dos entrevistados não pensam em aumentar as encomendas e dizem acreditar que vão trabalhar com os mesmos níveis de estoques em relação ao fim de 2008. Os que pretendem comprar mais chegam a 32% e os que acham que vão reduzir encomendas são 24%.

GUSTAVO URIBE, Agencia Estado

07 de outubro de 2009 | 18h46

O receio em reforçar estoques, segundo os técnicos da Fecomercio-SP, deve-se aos efeitos ainda recentes da crise financeira mundial na economia do País. Na avaliação de Fabio Pina, economista da entidade, o arrefecimento dos impactos da recessão no bolso dos consumidores leva os varejistas a elevar as encomendas, mas é uma tendência ainda em crescimento gradual. "Esses dados mostram um viés de alta, porém o varejo mantém cautela. O consumidor aponta cada vez mais intenção de compra, impressão que deve ser aos poucos ajustada pelos empresários", explicou.

O balanço organizado pela Fecomercio-SP também indica que cerca de 65% dos empresários vão trabalhar no Natal principalmente com produtos direcionados à classe C, enquanto 43% encomendam prioritariamente artigos para a classe B. Pina ressalta que o aumento gradual da renda do público C e a maior oferta de crédito para a classe B têm levado o mercado a migrar para essas faixas de renda.

Para trabalhar com produtos voltados para as duas classes, os empresários pretendem aumentar as vendas por meio de parcelamentos. Segundo a pesquisa, a maioria das empresas (64%) vai oferecer aos consumidores parcelamento de três vezes sem juros.

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