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Varig e BNDES discutem situação da empresa

O presidente da Varig, Roberto Macedo, reúne-se amanhã com o comando do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para tratar da situação da empresa e da necessidade de recursos. Apesar do encontro, o documento mostrando que a fusão é irreversível, exigido pelo banco, não deverá ser entregue amanhã. Mas já foi discutido durante a semana passada pelos advogados da Varig, TAM e Banco Fator e poderá ficar pronto entre quarta e sexta-feira desta semana.Também foi marcada para amanhã a primeira reunião dos novos curadores da Fundação Ruben Berta (FRB), que substituem os sete membros do conselho destituídos no último sábado. Hoje, cresceram as expectativas sobre eventuais mudanças, também nos próximos dias, no conselho de administração da FRB-Par (braço de investimentos da fundação) e a provável volta do executivo Manuel Guedes para um dos conselhos do grupo aéreo. Os novos curadores assumiram com o objetivo de dar prosseguimento à associação com a TAM.A elaboração da carta-compromisso para a fusão foi confimada por fontes ligadas às empresas aéreas. Caso cheguem a um consenso, a carta será assinada pelas duas companhias. O documento está em "fase final de estudo", disse um executivo que acompanha os entendimentos. Um dos motivos para a demora seriam divergências surgidas entre a TAM e a Varig quanto a detalhes da estrutura da empresa resultado da fusão e seu relacionamento comercial com subsidiárias não incluídas no negócio.O compromisso expresso de que a fusão é para valer já foi exigido pelo governo e definido como condição básica para que o BNDES avalize a situação da Varig frente a dois dos principais credores da empresa aérea, a BR Distribuidora e o Banco do Brasil (BB), até que a fusão esteja sacramentada. Na última sexta-feira, o presidente do banco de fomento deixou claro a necessidade de uma "promessa de casamento indissolúvel" para avalizar as negociações de crédito da empresa junto às duas fornecedoras.

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