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Varig só terá ajuda do governo com reestruturação, diz ministro

O governo não vai intervir na Varig e qualquer ajuda financeira à empresa por parte do BNDES dependerá de uma proposta de reestruturação apresentada pela companhia aérea, informou nesta quarta-feira o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Sérgio Amaral, após uma reunião de cerca de uma hora com o presidente Fernando Henrique Cardoso e os ministros da Fazenda, Pedro Malan, e da Defesa, Geraldo Quintão, da Casa Civil, Pedro Parente, no Palácio da Alvorada."Sem reestruturação que demonstre a restauração econômica e financeira da empresa, não há qualquer possibilidade de o BNDES participar do processo de recapitalização da empresa", disse o ministro.Amaral afirmou que o governo espera que a Fundação Ruben Berta apresente uma nova proposta ao governo ou se manifeste sobre o plano de reestruturação que está sendo analisado pelo BNDES. Segundo ele, "o BNDES está disposto a analisar qualquer proposta que permita a restauração da viabilidade da empresa". Ele lembrou que caso não haja a resstruturação o governo ficará impedido de dar novo aporte financeiro à Varig, uma vez que a empresa é inadimplente com órgãos públicos. O ministro sustentou que a Varig é viável e mostrou que a proposta de reestruturação elaborada por empresa de consultoria mostra que a empresa pode obter um lucro operacional já em 2004 .O ministro disse que está mantido o prazo de 30 de novembro para que o BNDES apresente uma resposta à Varig. Ele informou que resta saber se a proposta que se encontra na instituição tem o apoio da nova diretoria e da Fundação Rubem Berta. "O BNDES ficou de se pronunciar até o dia 30 sobre a proposta que recebeu mas o banco estará pronto a considerar qualquer proposta da Varig, em qualquer tempo, desde que a proposta contenha os elementos que mostrem que vai haver uma reestruturuação que recupere a viabilidade da empresa", disse. Segundo ele, o memorando de entendimento rejeitado pela Fundação significaria o primeiro passo para a reestruturação da empresa. Caso o memorando tivesse sido assinado pela Varig, os principais credores públicos e privados da companhia poderiam se comprometer a devolver o que receberam como parte de pagamento de dívidas até o mês de setembro.

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